Fonte: http://www.sbgm.org.br/noticias.asp?codigo=26
PROJETO:
"Juntos Somos Mais, Sozinhos Somos
Raros!”
(ASPDR)
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Incentivo à pesquisa de doenças raras é aprovado pela CAE e pode ir para a Câmara
Incentivo à pesquisa de doenças raras é aprovado pela CAE e pode ir para a Câmara
Da Redação
A Comissão de Assuntos
Econômicos (CAE) concluiu, nesta terça-feira (24), a votação de proposta
que pode assegurar mais recursos para o desenvolvimento tecnológico de
medicamentos, imunobiológicos, produtos para a saúde e outras
modalidades terapêuticas destinados ao tratamento de doenças raras ou
negligenciadas.
A CAE aprovou, em turno suplementar, projeto de lei (PLS 231/2012)
do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) que destina a essas iniciativas no
mínimo 30% dos recursos do Programa de Fomento à Pesquisa em Saúde,
previsto Lei 10.332/2001.
Uma primeira votação da matéria foi
feita na reunião anterior da CAE, em 17 de setembro. Como recebeu
decisão terminativa, o projeto poderá ser enviado diretamente à Câmara
dos Deputados, se não houver recurso para deliberação pelo Plenário.
O projeto originou-se da constatação de
desinteresse dos laboratórios farmacêuticos em gastar com pesquisas
na área. Por isso, previa, inicialmente, a criação do Fundo Nacional
de Pesquisas para Doenças Raras e Negligenciadas (FNPDRN), mas foi
alterado em sua análise pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação,
Comunicação e Informática (CCT).
Naquela comissão, o relator Sérgio
Souza (PMDB-PR) reconheceu que o desinteresse comercial dos
laboratórios “é uma falha de mercado das mais cruéis”, mas concluiu que
o financiamento de pesquisas não deve ser garantido pela criação de
um fundo, e sim pela alteração da legislação em vigor.
Por isso, ele sugeriu, para garantir a
coerência do ordenamento jurídico que regula os investimentos em
ciência e tecnologia, alterar a Lei 10.332/2001, de modo a prever a
destinação a esse tipo de desenvolvimento científico de 30% dos
recursos do Programa de Fomento à Pesquisa em Saúde.
Esse programa recebe recursos da Cide-Tecnologia, taxa cobrada de empresas brasileiras que licenciam tecnologia estrangeira.
Na CAE, a relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), concordou com as mudanças feitas pela CCT sem propor novas alterações.
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2013/09/24/incentivo-a-pesquisa-de-doencas-raras-e-aprovado-pela-cae-e-pode-ir-para-a-camara
Fonte: https://www.facebook.com/romariodesouzafaria
24/09/2013 - 12h15 Comissões - Assuntos Econômicos - Atualizado em 24/09/2013 - 18h04
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
DELICADEZAS DE UTI
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Diagnóstico de Doença Genética
Estabelecer um Diagnóstico de Doença Genética
Doenças genéticas, como elas acontecem?
Um recém-nascido é sempre o resultado de uma combinação única dos genes
transmitidos pelos seus pais. A ocorrência ou não de um determinado
erro numa dessas combinações dos genes, ou seja, genéticas, podem causar
uma determinada doença, e isso é um caso de pura sorte. Uma das doenças
mais comuns que decorrem de erros localizados no ADN é a Síndrome de Down, tem uma frequência de 1/800 nascimentos.
O “teste do pezinho” é uma das formas de detetar anormalidades
associadas a algumas doenças, parte delas genéticas. O diagnóstico
precoce é estar um passo à frente para um melhor prognóstico. Existem
mais de 30 distúrbios que podem ser identificados.
Os vários padrões de Herança Simples ou Complexa na Doença Genética
- Autossómico Recessivo (os indivíduos afetados têm duas cópias do gene mutante, exemplo: Fibrose Cística).
- Autossómico Dominante (uma única cópia do gene mutante pode causar a doença, exemplo: Doença de Huntington).
- Ligadas ao Cromossomo X (os genes agem como mutações dominantes no sexo masculino, exemplo: Distrofia Muscular de Duchenne).
- Poligénicos ou Multifatoriais (resultam de mutações em genes diferentes ou surgem da ação de fatores ambientais com múltiplos genes, exemplo: Doenças Cardíacas Coronárias, Cancros e Esquizofrenia).
Existe uma vasta variedade de técnicas para a identificação deste tipo
de patológicas. Essas mesmas técnicas têm vantagens e desvantagens e
requerem uma considerável habilidade e experiência para serem
realizadas. A escolha do método a utilizar é decidida pelo laboratório,
não existem técnicas padrão, por isso mesmo é necessário estar-se atento
as limitações Não existe uma padronização ou preferência geral por um
método, mas os laboratórios devem ser conhecedores das limitações e
sensibilidade dos métodos por eles utilizados.
A Importância do Aconselhamento Genético
O aconselhamento genético
fornece informações à família sobre o risco de recorrência, prognóstico
e os possíveis tratamentos de uma determinada doença genética.
Podem ser efetuados vários testes genéticos:
1 - ADN
Os métodos mais comuns de diagnóstico molecular são:
- Amplificação enzimática do ADN (PCR)
- Separação eletroforética do ADN ou do produto de PCR
- Digestão da fita de ADN genómico ou do produto de PCR com enzimas de restrição
- Hibridação do ADN ou fragmentos de PCR com sondas oligonicleotídicas.
2 - Citogenético
Este método consiste na observação microscópica dos cromossomas normais e
dos anormais o que permite a construção de mapas citogenéticos. Neste
momento já existem vários mapas citogenéticos de várias espécies
animais. Com estes mapas é possível localizar relativamente de
determinadas características morfológicas dos cromossomas e das lesões
cromossómicas visíveis.
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